The Twilight Sad: Criatura Sonora com Sotaque Escocês

De vez em quando eu me apaixono. Por alguém, por alguma música, por algo, por mim. E, este amor aqui, já me valeu 2018. Agora quando eu me perguntar se valeu a pena ter sobrevido a uma tentativa bem estúpida de suicídio aos 15 anos, vou ter mais um bom motivo: Conhecer e devorar The Twilight Sad. A outra foi a volta do Kit Kat.

Eles pareceram pra mim, em fevereiro através do meu BFF, o Spotify. E, de lá pra cá, são minhas pessoas favoritas no planeta: a batida que me lembra Joy Division, o sotaque estranho, as letras de amor obsessivo (tem outro que valha mais a pena ser gritado?), o olho desse vocalista e a cara de mau desse gordinho na batera (que aliás não está mais na banda). A música aí de cima é ótima pra cantar feito doida no carro, imitando a dancinha dele. O título pode ser usado também como slogan pra mim: I Could Give You All That You Don’t Want.

Não gostei muito das fotos da banda, acho que devemos parar a internet pra me fazer fotógrafa oficial deles. Só acho!

Não gostei muito das fotos da banda (esse look tá sofrido, gente!), acho que devemos parar a internet pra me fazer fotógrafa oficial deles. Só acho!

A banda é natural da Escócia e está na ativa desde 2003, mas com uma dancinha das cadeias entre os integrantes: da formação original. só permanecem até o momento James Alexander Graham (vocal e autor da maioria das canções) e
Andy MacFarlane (guitarra, acordeom, órgão e também produtor). Ganhou abrindo shows em turnês com o The Cure e The Editors, que é tudo gente que pode me ligar a cobrar de madrugada pra contar problema: amo muito.

Classificada como pós punk, a banda se auto rotula como um folk intermediado com camadas de barulho. Se você entendeu isso aí, me adiciona no Face porque seremos bons amigos.

Os primeiros álbuns, pra mim, não têm aquele punch. Só a partir do estupendo “No One Can Ever Know”, de 2012, O Twilight encontrou a força (e porque não, a fúria) para conquistar um nicho importante e crescente dentro do universo do Rock Indie.

Música oficial de fossa inconformada! E como banda boa a gente vê em performance ao vivo, segue:

Arte de verdade é aquela que te dá comichão no cérebro pra repensar a vida, suas paixões e fazer coisas novas. Daí fiz uma foto-homenagem. Acho até que pode ser um lance novo pra fazer aqui.

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Vamos stalkear esses moços?
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